Explicações de como apresentar e manter a harmonia de três cachorras e dois gatos na mesma casa.
Além de escrever a respeito da interação e acontecimentos gerais : humanos-caninos-felinos

03 novembro, 2010

Os Gatinhos e as Catorinhas :)

Molly e Meganeko








Shmoo e Meganeko






Shmoo e Meganeko





Belly, Illyria e Shmoo






Belly, Illyria e Shmoo
Molly com a meinha








Shmoo









Shmoo e Meganeko








Belly Botão :)




Meganeko no alto da prateleira





Molly









Shmoo na janela

Illyria :)
Belly Botão :)



Illyria e Meganeko




Shmoo acordando!






Shmoo brincando com os papeizinhos




Molly
























Illyria :)


14 outubro, 2010

Eu não sabia, mas tem nome


E se vc conhece alguém que coleciona centenas de milhares de potinhos de margarina, iogurte, latinhas, jornais e coisas afins e nunca usa nenhum deles, mas sempre diz "um dia posso precisar" tente fazer com que a pessoa procure ajuda de um psicólogo/a, pois é um transtorno e pode ser cuidado, com excelentes resultados de melhora.
No caso dos bichos, normalmente eles vivem junto com pilhas de outras coisas 'colecionáveis'.


Acumulação compulsiva
Acumulação compulsiva (ou acumulação patológica ou disposofobia) (na literatura em inglês compulsive hoarding), é a aquisição ou coleta (geralmente na rua, muitas vezes à noite) de bens ou objetos descartados como lixo, e a incapacidade de usá-los ou descartá-los, mesmo quando os itens são inúteis, perigosos ou insalubres. A acumulação compulsiva, caracterizada pelo isolamento social, diminui a mobilidade e interfere com atividades básicas, como cozinhar, limpar, tomar banho e dormir. O acumulador compulsivo é popularmente chamado de "colecionador de lixo", [1] já que na maioria das vezes junta itens insalubres que produzem mau-cheiro e atraem insetos e roedores. Por tal motivo a doença também é conhecida como Síndrome de Diógenes, ou ainda síndrome de miséria senil (embora também acometa pessoas mais jovens, ou de bom nível econômico e intelectual). Em alguns casos não existe exatamente sujeira, mas o acúmulo exagerado e empoeirado de itens como livros, revistas, ferramentas, recipientes diversos, produtos químicos, metais, madeira, móveis, materiais de construção, material elétrico e aparelhos eletroeletrônicos, obsoletos ou com defeito — daí o termo "juntador de velharias". Neste caso pode haver risco de cupins-de-madeira-seca[2] e brocas-de-madeira.[3]


Outro aspecto da compulsão é a acumulação de animais (animal hoarding, na literatura em inglês). Nesse caso, o acumulador vai reunindo um número exagerado de animais de estimação, sem ter como abrigá-los e alimentá-los de forma adequada, ao mesmo tempo em que nega essa incapacidade (algumas vezes passando por protetor dos animais). Embora a maioria desses animais fique nas condições piores possíveis, trata-se de um transtorno mental, e não de crueldade deliberada para com eles. A doença também é conhecida como Síndrome de Noé.
Ainda não está claro, em termos médicos, se a acumulação compulsiva é um transtorno isolado ou o sintoma de outro problema, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).[4]

 

Informações copiadas/coladas da Wikipedia.

11 setembro, 2010

E o Meganeko subiu no telhado

na segunda e então, descobrimos que os galhos da árvore estão próximos demais do telhado, o bastante para ele subir até lá.
E uma vez lá em cima, ele subiu na caixa d'água e ficou deitando e rolando, fazendo todos os puruu, prunhéus, todo fofo, todo meigo e se encardindo um pouquinho.

Ouvi um miadinho e comecei a procurá-lo, mas não achei que eles estivesse lá em cima. Subi no muro, abracei a chaminé da churrasqueira e fiquei fazendo pspspspspsps para ele descer e eu tirá-lo de lá.

Ele até veio pertinho, eu consegui fazer um carinho na cabeça, mas na hora em que tentei pegar pelo cangote... ele escorreu pelos meus dedos.
Jogamos água (funcionava na outra casa) para ver se ele vinha para a borda do telhado, mas dessa vez ele se escondeu atrás da caixa d'água...

Fomos deitar e esperar para ver se ele voltava sozinho. Depois de uns 40 minutos, nada do gato entrar e eu subi de novo no muro. Dessa vez, fiquei chacoalhando um dos galhos, que está cheio de florzinhas e isso atraiu a atenção dele, fazendo-o descer até onde eu alcançava. Mais uns pspspsps, uns carinhos e ele sai correndo para o meio do telhado...
Claro que eu já estava xingando um monte, que ninguém mandou ele subir lá :P
Respirei fundo e comecei de novo e funcionou!

Ele veio de novo, consegui fazer mais carinho e consegui segurar pelo cangote. E uma vez pego, foi só tirá-lo lá de cima. Ele esperneou um monte, mas não me arranhou. Desci do muro com ele no colo, coloquei ele para dentro e tranquei a porta.



Não posso podar esses galhos da árvore imediatamente, pois ela está em floração. Mas tive uma ideia melhor e que está resolvendo o problema.
Juntei os galhos e prendi com velcro, assim, tiro-os de perto do telhado, evitando que ele tenha como subir.
Vamos colocar também um disco de plástico duro, em volta do tronco, para evitar que ele suba.


Vou comprar mais velcro, para afastar ainda mais os galhos do telhado e reuni-los no centro da árvore e assim ganho um pouco mais de ventilação no quintal.

De segunda para terça (feriado) choveu um monte!
Fiquei pensando que se eu não tivesse conseguido tirá-lo de lá, não seria nada legal...

20 agosto, 2010

Mololly!

Desde que a Molly teve a gravidez psicológica e começou a 'guardar' as coisas, ela fica brava se a gente chega perto dos guardados dela. Antes ela fazia ninho e levava os sapatos para guardar.
Depois que ela foi castrada, a parte física acabou - inchaço nas mamas, produção de leite - mas o comportamento continuou. E ela fica encontrando as coisas aqui em casa para guardar. Meias, calça, blusa, tênis, sapato, chinelo, pantufa o que estiver disponível para ela pegar.

Nesses dias muito frios, tenho colocado roupinhas nas catorinhas e elas gostam bastante! Ontem estava mais quente e eu tirei as roupinhas e deixei em cima da cadeira aqui na sala. Depois que eu voltei, duas das roupinhas estavam sendo guardadas pela Molly :)

Peguei as roupinhas e coloquei de volta na cadeira e hoje de manhã, a roupinha da Molly estava de volta na poltroninha favorita. A roupinha é dela, então deixei lá.

Agora há pouco, ela levantou e a roupinha caiu da poltroninha. Ela rosnou baixinho para a roupinha, pegou-a com a boca e levou para cima da poltrona de volta e deitou em cima. Agora ela acabou de descer e está deitada em frente a poltrona. Acho que ela ficou com calor.

A roupinha continua lá e se a gente chegar perto, ela pula em cima e mostra todos os dentes para ficarmos longe... O Meganeko e a Shmoo, passaram por trás da poltrona e a Molly já voltou para cima dela. Tá de olho fechado, parece que está dormindo!
Essa catorinha anda muuuito fofa ;)

07 agosto, 2010

O frio reina!

E por conta disso, todo mundo aqui, vira bolinha!
E os gatos voltaram a dormir juntinhos, coisa que há tempos não faziam...

Eu vejo fotos de outros gatos por aí e sempre tem as que eles estão toooodos embolados! ;)

Acho uma delícia ver eles dormindo assim. Aqui em casa, os gatos dorme juntinhos e as vezes as cachorras tb, mas nunca é embolado. Só do lado uma da outra. Emboladas, só em cima da gente.